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Bons Estudos!






Prof. Diego


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ciclo Hidrológico

Olá a Todos!

Segue mais um vídeo relacionado ao nosso curso.

Tema: Ciclo Hidrológico.

Att,

Prof. Diego Flores

http://iptv.usp.br/portal/home.jsp?tipo=0&_InstanceIdentifier=0&_EntityIdentifier=uspgJd2crdQEm2U-BrhxDxVvBrErLtErLUzN6cwx1F1yRM.&idRepositorio=0&modelo=0


terça-feira, 26 de março de 2013

Tempo Geológico


Tempo Geologico

04/08/2009 - Sergio Boeta
Escala de tempo geológico representa a linha do tempo desde o presente até a formação da Terra, dividida em éons, eras, períodos, épocas e idades, que se baseiam nos grandes eventos geológicos da história do planeta. Embora devesse servir de marco cronológico absoluto à Geologia, não há concordância entre cientistas quanto aos nomes e limites de suas divisões. A versão aqui apresentada baseia-se na edição de 2004 do Quadro Estratigráfico Internacional da Comissão Internacional sobre Estratigrafia da União Internacional de Ciências Geológicas.

O que pensaria uma borboleta que possue uma vida de apenas um dia sobre uma sequoia que perdura por milhares de anos? Provavelmente acreditaria que a sequoia esteve sempre ali, imutável, estática e sem vida. Já um outro observador, de vida mais longa, poderia acompanhar diversas etapas da vida da sequoia, ver seu nascimento e seu crescimento, apenas porque vive em uma escala de tempo mais compatível com as taxas dos processos vitais dessa árvore. Nós humanos estamos para a Terra assim como a borboleta está para a sequoia. Ou seja, de modo geral não somos capazes de abstrair o significado da escala de tempo dos processos geológicos. O intervalo de tempo que compreende toda a história da Terra, desde sua formação até o período atual, é o que denominamos de Tempo Geológico. Ou seja, o Tempo Geológico corresponde aos 4,6 bilhões de anos da Terra.

Será que você é capaz de imaginar o que significa todo ese intervalo de tempo? Provavelmente não. Para melhor compreender essa escala de tempo nos podemos fazer uma pequena simulação:

"Imagine que os 4,5 bilhões de anos da Terra foram comprimidos em um só ano (entre parênteses colocamos a idade real de cada evento). Nesta escala de tempo, as rochas mais antigas que se conhece (~3,6 bilhões de anos) teriam surgido apenas em março. Os primeiros seres vivos (~3,4 bilhões de anos) apareceram nos mares em maio. As plantas e os animais terrestres surgiram no final de novembro (a menos de 400 milhões de anos). Os dinossauros dominaram os continentes e os mares nos meados de dezembro, mas desapareceram no dia 26 (de 190 a 65 milhões de anos), mais ou menos a mesma época em que as montanhas rochosas começaram a se elevar. Os humanóides apareceram em algum momento da noite de 31 de dezembro (a aproximadamente 11 milhões de anos). Roma governou o mundo durante 5 segundos, das 23h:59m:45s até 23h:59:50s. Colombo descobriu a América (1492) 3 segundos antes da meia noite, e a geologia nasceu com as escritos de James Hutton (1795), Pai da Geologia Moderna, há pouco mais que 1 segundo antes do final desse movimentado ano dos anos." (extraído de Eicher, 1968)

O tempo geológico está dividido em intervalos que possuem um significado em termos de evolução da Terra. A escala do tempo geológico, cujo esqueleto rudimentar foi estabelecido ainda no século XIX , está dividida em graus hierárquicos cada vez menores da seguinte forma:
* Éons (Hadeano, Arqueano, Proterozóico e Fanerozóico);

* Eras (apenas no Éon Fanerozóico: Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica);

* Períodos (para cada uma das eras do Fanerozóico);

* Épocas (subdivisões existentes apenas para os períodos do Cenozóico).


Essas subdivisões foram estabelecidas ainda antes do desenvolvimento dos métodos de datação absoluta. As subdivisões de tempo definidas, portanto, não representam intervalos de tempo equivalentes, mas refletem a possibilidade de desvendar os detalhes da evolução geológica em todos os tempos. O registro geológico mais recente é mais completo e apresenta maior número de fósseis, permitindo delimitar intervalos temporais menores. O registro da evolução geológica antiga é muito mais fragmentado e com a ausência de fósseis possibilita apenas a delimitação de intervalos de tempo maiores, marcados por grandes eventos globais. 


Fonte:
http://historiamaucontada.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

Vídeo sobre o Tempo Geológico:

Rochas Metamórficas

Rocha metamórfica é um tipo de rocha  derivado da metamorfose (transformação) de rochas magmáticas  ou sedimentares que sofrem modificação em sua composição atômica, devido à influência das diferentes condições do ambiente em que estão inseridas em comparação aos locais onde foram originalmente formadas. Dessa maneira, origina-se uma nova rocha, com novas propriedades e outra composição mineral.
Na maioria dos casos as rochas metamórficas formam-se a partir de outras rochas, que são submetidas a pressões intensas ou elevadas temperaturas. Tal processo ocorre naturalmente devido ao movimento intenso e constante do núcleo terrestre, provocando o movimento períódico da crosta do planeta (a cobertura de terra e rochas que compôem a região externa do planeta). O movimento da crosta, por sua vez, dá início a um rearranjo nas rochas localizadas na parte superior, sendo, que quando as rochas magmáticas e as sedimentares são empurradas a níveis inferiores, dando origem assim ao processo de formação da rocha metamórfica.
metamorfismo, nome dado ao fenômeno descrito acima, é passível de desenvolvimento em diversos ambientes da crosta, variando na extensão, profundidade e o grau de modificação das rochas. Os fatores determinantes para a ocorrência do metamorfismo são:
  • tipos de rochas metamórficas a serem formadas;
  • localização e extensão na crosta terrestre;
  • parâmetros físicos envolvidos;
  • mecanismo determinante para a conjunção destes parâmetros;
São três os cenários de ocorrência do fenômeno metamórfico, a saber:
a) o metamorfismo regional ou dinamotermal  – ocorre em grande extensões bem como em grandes profundidades na crosta. Suas transformações estão relacionadas à ação combinada da temperatura, pressão litosférica e pressão dirigida sendo aplicadas durante milhões de anos. As rochas são fortemente dobradas e falhadas, sofrem recristalização, apresentando estrutura foliada. São exemplos: ardósias, xistos, gnaisses e anfibolitos.
b) metamorfismo de contato ou termal – resultado apenas da ação da temperatura, através do calor cedido por intrusão magmática que corta uma sequência de rochas sedimentares encaixantes, metamórficas ou magmáticas. Através destes cortes e do constante contato entre as superfícies teremos como resultado o fenômeno metamórfico. As rochas deste grupo são conhecidas por “hornfels”.
c) metamorfismo dinâmico ou cataclástico – neste caso, o fator determinante e exclusivo é o atrito. É desenvolvido através de longas faixas e estreita adjacência de falhas, onde pressões de grande intensidade causam movimentações e rupturas na crosta.
Foram reconhecidos, porém, outros tipos de metamorfismo, que podem às vezes confundir-se com os três tipos já citados, apresentando, porém, características diferenciais que permitem distingui-los, tornando-os ocorrências à parte. Estes são:
a) metamorfismo de soterramento – característica de bacias sedimentares em subsidência. Resultado de espessas camadas de rochas sedimentares e vulcânicas a grandes profundidades, podendo chegar a 300oC.
b) metamorfismo hidrotermal – resultado da infiltração de águas quentes através das fraturas e grânulos da rocha. Os minerais são cristalizados a temperaturas de 100 a 370oC
c) metamorfismo de fundo oceânico – característico dos rifts das cadeias meso-oceânicas, com a crosta recém formada e quente que interage com a água fria do mar.
d) metamorfismo de impacto – ocorre em regiões limitadas da crosta, em locais de impacto de grandes meteoritos. A energia de impacto é dissipada na forma de ondas de choque, que deslocam as rochas, formando a cratera de impacto e de calor, vaporizando o meteorito e fundindo as rochas.
Bibliografia:
http://8b-blogdeciencias.blogspot.com/2008/01/apresentao.html
http://geomarco.com/htm/temas/4.htm
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Solo/Solo6.php
http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/metamorficas/metamorficas1.html
Fonte: Infoescola

Vídeo sobre Rochas Metamórficas:

Vídeo sobre Rochas Sedimentares


Rochas sedimentares
As rochas sedimentares são o produto de uma cadeia de processos que ocorrem na superfície do planeta e se iniciam pelo intemperismo das rochas expostas à atmosfera.
As rochas intemperisadas perdem sua coesão e passam a ser erodidas e transportadas por diferentes agentes (água, gelo, vento, gravidade), até sua sedimentação em depressões da crosta terrestre, denominadas bacias sedimentares. A transformação dos sedimentos inconsolidados (p. ex. areia) em rochas sedimentares (p. ex. arenito) é denominada diagênese, sendo causada por compactação e cristalização de materiais que cimentam os grãos dos sedimentos.
As rochas sedimentares fornecem importantes informações sobre as variações ambientais ao longo do tempo geológico. Os fósseis, que são vestígios de seres vivos antigos preservados nestas rochas, são a chave para a compreensão da origem e evolução da vida.
A importância econômica das rochas sedimentares está em suas reservas de  petróleo, gás natural e carvão mineral, as principais fontes de energia do mundo moderno.
As rochas sedimentares formadas pela acumulação de fragmentos de minerais ou de rochas  intemperizadas são denominadas rochas clásticas ou detríticas (p. ex. arenito). Existem também  rochas sedimentares formadas pela precipitação de sais a partir de soluções aquosas saturadas (p. ex. evaporito) ou pela atividade de organismos em ambientes marinhos (p. ex. calcário), sendo denominadas rochas não-clásticas ou químicas.

Vídeo sobre sedimentos e rochas sedimentares:

Vídeo sobre as Rochas Magmáticas


As rochas magmáticas são originadas a partir da consolidação do magma, sendo que através de sua textura pode-se determinar as condições geológicas em que estas rochas se formaram. Ao saber a textura, consegue-se determinar o tamanho e a disposição dos minerais que compõem a rocha.
Quando a consolidação do magma ocorre dentro da crosta terrestre, de modo que o resfriamento seja lento dando condições para que os cristais se desenvolvam sucessivamente, as rochas originadas deste processo são denominadas rochas plutônicas. A textura deste tipo de rocha é geralmente equigranular fanerítica, significando que os minerais que a constituem, possuem uma boa formação e um tamanho considerável.  
Em condições onde ocorra o extravasamento do magma na superfície, passando do estado liquido para o gasoso num pequeno intervalo de tempo, as rochas originadas serão denominadas rochas vulcânicas ou extrusivas, cuja textura será vítrea, como consequência do pequeno intervalo de tempo que impossibilita a cristalização dos minerais. Caso o início da cristalização ocorra dentro das câmaras magmáticas, os cristais serão transportados pelo magma até a superfície, e com a alta variação de temperatura existente entre as câmaras e a superfície, a lava se consolidará muito rapidamente e formará um tipo textura denominado de textura porfirítica. Pode-se ainda ocorrer um tipo de textura denominado vesicular. A textura vesicular aparece quando da lava são liberados gases na forma de bolhas, que posteriormente ficam retidas pela consolidação da própria lava.
Dá-se a denominação pegmatitos a rochas que foram originadas a partir de um magma que possui uma grande quantidade de gases e elementos voláteis. O magma nestas condições se apresentara numa forma bastante fluída e possibilitará a formação de cristais cujo tamanho chega a ser bastante elevado.
As rochas podem ser consideradas ácidas, básicas ou neutras. Isto esta diretamente relacionado com o teor de silício que a rocha apresenta em sua composição. Falamos em rochas ácidas quando os teores de silício forem superiores a 65%, havendo a formação de silicatos e de cristais de quartzo. As rochas neutras são aquelas cujo o teor de silício vai de 52 a 65%. E por fim temos as rochas básicas onde o teor de silício vai de 45 a 52%, não havendo a formação de quartzo.
Para efeito de uma melhor compreensão dos aspectos das rochas magmáticas, será descrito abaixo as principais características de algumas dessas rochas.
Granito: É uma rocha plutônica de ocorrência bastante comum, aparecendo no Brasil na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira.
Apresenta-se nas cores que podem variar de cinza-clara a cinza-escura, vermelha e rósea.
Diabásio: É uma rocha magmática hipabissal, isto é, formada em condições geológicas superficiais. E constituída principalmente pelo piroxênio e plagioclásio cálcico, apresentando-se na cor preta e sendo uma das rochas melanocráticas bastante comum no Brasil.
Basalto: É uma rocha efusiva, de cor preta ou cinza escura, podendo apresentar vesículas, que quando preenchidas formam as amígdalas, cuja constituição pode apresentar minerais como o quartzo, que vem sendo explorado no Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil.
IlustraçãoIlustraçãoIlustração
Textura das rochas magmáticas em função da forma dos cristais. (adaptado de Dorado, 1989).

Segue o vídeo sobre rochas magmáticas:


http://iptv.usp.br/portal/home.jsp?tipo=0&_InstanceIdentifier=0&_EntityIdentifier=uspZKgx5auX9w5Jay2JCDSEMeUkkC6noGZ5NmKpvlYLUtw.&idRepositorio=0&modelo=0

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Vídeo sobre curiosidades a cerca dos mapas..ótima pedida!

Prof. Diego Flores.

http://www.youtube.com/watch?v=56WKwh5P2ss


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Leitura de texto

"O INTEMPERISMO FÍSICO E QUÍMICO SOBRE AS ROCHAS E A FORMAÇÃO DO SOLO: CONTEXTUALIZAÇÃO E PRÁTICA NO  
ENSINO DE GEOGRAFIA" 
COSTA, R.L. 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Estrutura superficial e processos de decomposição das rochas

Olá Alunos!

Segue link de um capítulo de um livro que ainda irão ler na vida de vocês. Trata-se do Elementos de Geomorfologia do Valter Casseti, quero que leiam apenas o item 3 ao 3.2 que trata da estrutura superficial e os processos atuantes de decomposição das rochas, que abordaremos nas próximas aulas.
Para este tema utilizarei apenas dois textos como apoio, este e um outro que indicarei nos próximos dias em sala.
Att,

Prof. Diego Flores
Geologia

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Site de Aulas USP_ IPTV

Olá Alunos!

A USP está disponibilizando em seu site aulas de diversos cursos, palestras, etc...

Entre na busca com o assunto desejado, por exemplo "Geologia" , assista ou baixe a aula.


Bons estudos!

Prof. Diego Flores
http://iptv.usp.br/portal/home.jsp

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Estrutura Interna da Terra e Tectônica de Placas"

Bom dia alunos da Faculdade Sumaré!

Segue dois links das E-aulas da USP, o assunto é "Estrutura Interna da Terra e Tectônica de Placas" para fechar o assunto das primeiras aulas.

Bons estudos!

Prof. Diego Flores

 Estrutura Interna da Terra
http://www.eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=395


 Tectônica de Placas 1
 http://www.eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=394

 Tectônica de Placas 2
http://www.eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=397


Site de Oficinas

Olá Alunos da Faculdade Sumaré!

Segue um link que devem consultar sempre sobre atividades lúdicas e prática para trabalharem com seus alunos, não apenas em Geologia mas sim em outras disciplinas.

Click nos itens "Escala Geológica do tempo", "Aplicações de Minerais" e "Geologia Geral" para visualizarem os temas já abordados.

Bons Estudos!

http://www.educacaopublica.rj.gov.br/oficinas/geologia/index.html

Prof. Diego Flores

Minerais

Olá alunos!

Segue um link das aulas da USP (E-Aulas) que estão disponíveis para todos...o vídeo é referente ao tema minerais, porém vocês podem procurar no site os links de outros assuntos abordados.

Bons Estudos!

Prof. Diego


http://www.eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=396

domingo, 26 de fevereiro de 2012

gErAçÕeS!

Segue vídeo ilustrativo de novas situações que as empresas tem enfrentado quanto a mescla de gerações diferentes no ambiente de trabalho, tópico de uma de nossas aulas.

Bons Estudos!

Prof. Diego Flores